Fui pela primeira vez a Ollantaytambo com mais 3 voluntários. É uma cidade com muito significado histórico para os Peruanos, o último marco da resistência Inca contra os conquistadores. Foi aqui que Manco Inca se refugiou e fortificou na derradeira tentativa de libertar o país do jugo invasor.
Ollantaytambo fica entre o rio e as montanhas. Foi na encosta destas montanhas que as fortificaçoes foram construídas, tirando aos Espanhóis a vantagem que lhes dava o ataque montados em cavalos. Infelizmente desta vez a visita foi muito curta e nao tive tempo de ir visitar as ruínas, mas fui atá à Ponte Inca. Como já referi, os Incas eram excelentes engenheiros e esta ponte suspensa, que ainda hoje é usada para a travessia de pessoas e automóveis, sobreviveu através dos séculos como testemunho da superioridade deste povo na área da construçao civil.
Fui a Cuzco este fim de semana, com um grupo de voluntários. A maioria ficou num albergue, mas eu e a Signe ficamos no apartamento que a nossa família Peruana tem na cidade. Foi a minha segunda visita a Cuzco e mais uma vez nao tive tempo de ver nada, pois tínhamos compras para fazer e o tempo passou muito rápido. Visitei o mercado El Molino onde se pode comprar tudo muito mais barato. Ingeri toda a proteína que me foi possível, para ter reservas para mais umas semanas! O ceviche estava ótimo! Quanto ao leite de tigre (o líquido em que fazem marinar o peixe e que é servido num copo à parte) nao consegui beber!
Sábado à noite fomos jantar, depois para um bar e finalmente uma discoteca. Confesso que estes miúdos me fazem sentir um pouco do lado de lá da minha idade! Estava a pensar como dizer que estava um pouco cansada nas felizmente a Signe também estava cansada e fomos para casa.
Domingo depois do almoço regressamos a Urubamba. Geralmente tomamos um colectivo mas esses nao têem hora de saída, partem quando estao cheios e teríamos de esperar muito tempo, por isso optamos por um carro particular - as poucas pessoas com carro, normalmente levam passageiros a troco de uma contribuiçao para a gasolina.
Se há algo aqui que me tira do sério é o desrespeito total pelas regras de segurança. Quando fui à festa em Maras, tivemos dificuldade em encontrar transporte para voltar. Finalmente viemos num carro que embora seja para 5 pessoas, trazia 10! Três à frente, 5 atrás e 2 no porta-bagagem! Ontem foi diferente mas mau como de costume! Mal deixamos Cuzco começou a chover, e a chuva foi aumentando de intensidade até se transformar em granizo. Havia relâmpagos e trovoada - as tempestades aqui sao em ponto grande e assustadoras! As janelas iam fechadas, o pára-brisas começou a embaciar e nao se via nada, e o condutor? Ia a 120, conduzindo com uma mao enquanto com a outra limpava o vidro, de vez em quando brincava com a filha que ia à frente com a mae e respondia a chamadas no celular! Ao fim de 20 minutos de stress tive de pedir-lhe que abrandasse ou eu saía do carro e nao pagava!
Uma espécie animal que abunda por aqui sao brecheiros! Brecheiros sao Peruanos que se agarram a "gringas" (estrangeiras) e vivem como parasitas até encontrarem outra ou até ela abrir os olhos e lhes dar um pontapé! Infelizmente deuses Incas ainda nao encontrei nenhum!
Ollantaytambo fica entre o rio e as montanhas. Foi na encosta destas montanhas que as fortificaçoes foram construídas, tirando aos Espanhóis a vantagem que lhes dava o ataque montados em cavalos. Infelizmente desta vez a visita foi muito curta e nao tive tempo de ir visitar as ruínas, mas fui atá à Ponte Inca. Como já referi, os Incas eram excelentes engenheiros e esta ponte suspensa, que ainda hoje é usada para a travessia de pessoas e automóveis, sobreviveu através dos séculos como testemunho da superioridade deste povo na área da construçao civil.
Fui a Cuzco este fim de semana, com um grupo de voluntários. A maioria ficou num albergue, mas eu e a Signe ficamos no apartamento que a nossa família Peruana tem na cidade. Foi a minha segunda visita a Cuzco e mais uma vez nao tive tempo de ver nada, pois tínhamos compras para fazer e o tempo passou muito rápido. Visitei o mercado El Molino onde se pode comprar tudo muito mais barato. Ingeri toda a proteína que me foi possível, para ter reservas para mais umas semanas! O ceviche estava ótimo! Quanto ao leite de tigre (o líquido em que fazem marinar o peixe e que é servido num copo à parte) nao consegui beber!
Sábado à noite fomos jantar, depois para um bar e finalmente uma discoteca. Confesso que estes miúdos me fazem sentir um pouco do lado de lá da minha idade! Estava a pensar como dizer que estava um pouco cansada nas felizmente a Signe também estava cansada e fomos para casa.
Domingo depois do almoço regressamos a Urubamba. Geralmente tomamos um colectivo mas esses nao têem hora de saída, partem quando estao cheios e teríamos de esperar muito tempo, por isso optamos por um carro particular - as poucas pessoas com carro, normalmente levam passageiros a troco de uma contribuiçao para a gasolina.
Se há algo aqui que me tira do sério é o desrespeito total pelas regras de segurança. Quando fui à festa em Maras, tivemos dificuldade em encontrar transporte para voltar. Finalmente viemos num carro que embora seja para 5 pessoas, trazia 10! Três à frente, 5 atrás e 2 no porta-bagagem! Ontem foi diferente mas mau como de costume! Mal deixamos Cuzco começou a chover, e a chuva foi aumentando de intensidade até se transformar em granizo. Havia relâmpagos e trovoada - as tempestades aqui sao em ponto grande e assustadoras! As janelas iam fechadas, o pára-brisas começou a embaciar e nao se via nada, e o condutor? Ia a 120, conduzindo com uma mao enquanto com a outra limpava o vidro, de vez em quando brincava com a filha que ia à frente com a mae e respondia a chamadas no celular! Ao fim de 20 minutos de stress tive de pedir-lhe que abrandasse ou eu saía do carro e nao pagava!
Uma espécie animal que abunda por aqui sao brecheiros! Brecheiros sao Peruanos que se agarram a "gringas" (estrangeiras) e vivem como parasitas até encontrarem outra ou até ela abrir os olhos e lhes dar um pontapé! Infelizmente deuses Incas ainda nao encontrei nenhum!
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